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Concurso Literário Natureza 2026

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Boa tarde. Hoje fica aqui o convite à participação no Concurso Literário Natureza 2026. Votos de inspiração! Concurso Literário Natureza 2026 Este ano a proposta para o Concurso Natureza é a escrita de uma poesia ou um conto que conte uma primeira parte de uma história que poderá ter continuidade no futuro. Esta escrita poderá ser pensada como uma história completa que poderá ter um novo “episódio”, ou seja, algo como as aventuras de uma personagem nova. Adicionalmente, o tópico da natureza poderá não ser diretamente trabalhado, mas sim ser parte da paisagem, como uma testemunha silenciosa (ou não) da ação que decorre. Regulamento 2026: A) A participação neste concurso é gratuita. B) Qualquer pessoa de qualquer país pode participar desde que submeta trabalhos escritos em português. C) Cada participante pode enviar um poema, sem limite de palavras, e um conto, com um máximo de 2000 palavras. D) As obras devem ser enviadas por e-mail para Rui M. (blogsnat@gmail.com) juntamente co...

No Pós-Feira do Livro de Lisboa, uma onda de calor

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Boa noite.   Hoje aqui se partilha o trabalho de uma Escrita que teve uma presença recatada na Feira do Livro de Lisboa de 2026, mas nesse recato podemos encontrar um mundo paralelo, literário, que nos toca profundamente. Falo de Ana Bela Dinis, e aqui fica a sua página: https://www.anabeladinis.pt/   Chama-se a atenção para uma das suas obras, a “Sementes de Tamareira”, a qual nos fala sobre uma história de amor real. Real porque aconteceu e real porque se fala de verdadeiro amor, aquele que resiste à distância, ao tempo e às circunstâncias. É a própria paixão e entrega com que a autora nos fala do que escreve que nos convence que o seu trabalho vale a pena ser lido. Um livro é uma partilha de sonhos e nestas páginas temos sonhos, descritos em palavras… se não existissem palavras talvez fossem descritos por tamareiras dispostas de determinada forma, num certo horizonte. O horizonte é aquele sonhado e que a autora ainda hoje quer. Sim, porque esta obra é também...

Uma entrevista a Jorge Chichorro Rodrigues

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Boa noite. Hoje aqui partilhamos a entrevista ao escritor Jorge Chichorro Rodrigues, autor de várias biografias de outros escritores. Amanhã, 14 de Junho, é o último dia da Feira do Livro de lisboa 2026 pelo que ainda é possível encontrar o trabalho de Jorge Chichorro na Tenda dos Pequenos Editores. O que mais o entusiasma na escrita de biografias? Resposta: Na minha coleção "Mestres da Língua Portuguesa" escrevi mais do que biografias, na verdade escrevi narrativas poéticas com base na vida e na obra de 31 escritores e poetas de língua portuguesa, de Portugal, Brasil e Países Africanos de Língua Portuguesa. São livros de luxo, de capa dura e ilustrações no interior, que incentivam ao conhecimento do nosso património literário comum. Foi isso que, de forma espontânea, me levou a fazer esta coleção.  Qual o autor que mais revelou uma ligação mais profunda à natureza? Resposta: Cesário Verde, claramente, é um grande defensor da vida no meio da natureza, mas também no livro sobr...

3 poemas durante a Feira do Livro de Lisboa 2026

 Boa tarde. Hoje aqui ficam três poemas que fazem parte da Antologia Natureza 2025. Brevidade , por Anderson Sandes Andava ao ermo, sonolento  Com a face cálida e pálida  Jazia a sombra delgada  E longa, a sentido leste, ao vento  Como agulha de bússola quebrada  Fiel em sua errância certa  Cortou-me a sombra  A sombra d’um urubu  Rasante o augúrio que foi  Tremi a base à bamba  Larguei a carabina  Num instante sóbrio  E dirigi-me ao umbuzeiro  Sobrou-me o repouso Fechei os olhos  E ouvi a música  Da máquina do mundo:  A casaca de couro  O coleirinho  O sabiá  O divino pardal  O temido carcará  O barulhento ferreiro  O cava-chão… não!  Quanto augúrio!  Belíssimo augúrio  É a brevidade da vida  Sim!  Sacudi o sobrolho e levantei  Já era noite e tudo era sombra  Outras aves e bichos  Cantavam agora  Deus me livre!  Ruidosa ess...

Um poema no Dia Mundial do Ambiente

 Boa noite Hoje, em Dia Mundial do Ambiente, aqui um poema de Aluizio Felipe da Silva, no seu livro SUSPIRAR DA ALMA, disponível na Feira do Livro de Lisboa 2026. MEU PLANETA, por Aluizio Felipe da Silva Creio a alma Do ser humano pertence à terra Dela se sustenta, por ela, vive Por ela se mantém. Em verdade a terra em si é Algo de vida admirável Pois nela se plantando Tudo floresce, se reproduz, Ervas, vegetação, seres. A terra do planeta único Produz a vida acolhe o cansado Transforma vida em outras vidas Acolhe a todos no descanso eterno. Terra de tantos seres vivos Contrastes, diferentes Formas distintas a se apresentar Terra dos seres vivos, habitat. Pena que os humanos Os mais dotados, talvez Desrespeitam a terra mãe Em seu orgulho a tudo destruir Se olvidando que a terra Que lhe forneceu meios para viver É a mesma terra que nalgum dia O receberá ao morrer. Terra dom sublime universal Criada para ser a morada humana Num ...

Beleza em tempos de Feira do Livro

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Boa tarde Hoje aqui fica um poema sobre beleza, que podemos encontrar na Antologia Natureza 2025. Hino à beleza , por Asdrúbal Vieira Nestes tempos conturbados  Onde a loucura impera  Estão os sentidos vedados  Em um compasso de espera.  Vivemos de olhos vendados, Surdos aos gemidos de dor,  Aturdidos, alheados,  Ávidos de fácil louvor. Que tristeza infinita,  Tal alienação semeia,  Ao transformar em finita  A beleza que a rodeia.  A função intelectual, Virada para o umbigo,  Ignora o primor real.  Faz do torpor um amigo. Adeus sensibilidade,  Amputaram-te os sentidos,  Mataram-te a faculdade,  De apreciar tons floridos.  O colorido dum monte,  Um pôr-do-Sol radiante,  O latejar duma fonte,  Um belo peito arfante, Uma paisagem campestre,  Uma azinheira florida,  Uma roseira silvestre,  Uma promessa sentida,   Do cheiro a maresia  Que o olfacto vos assalta,  C...

1o dia da Feira do Livro de Lisboa 2026

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Bom dia. Ontem foi o primeiro dia da Feira do Livro de Lisboa 2026. E foi também o dia de uma primeira visita, embora rápida mas muito útil!  Aqui uma primeira foto. Na próxima publicação teremos aqui informação sobre os livros levados à Feira pela Nature R Natureza . E eventualmente, ainda hoje, teremos uma atualização a esta mesma publicação. Atualização da publicação, com esta foto. Até breve.

Os 100 anos de David Attenborough

 Boa noite É verdade, David Attenborough fez 100 anos agora em 8 de Maio. Muitos parabéns! Aqui fica uma notícia com alguns depoimentos sobre a importância dos documentários de David Attenborough para conhecer a natureza, mas também como inspiração para muitas pessoas que decidiram fazer algo para proteger a natureza. Desde gorilas a plantas, David Attenborough filmou em diversas circunstâncias e olhando para inúmeras espécies. https://www.publico.pt/2026/05/07/azul/noticia/david-attenborough-voz-fundo-mundo-natural-faz-100-anos-2172930 Até breve.

Uma nova viagem à Lua...

 Boa noite. Ontem iniciou-se mais uma aventura em forma de viagem ao espaço. Neste caso o objetivo é a viagem à Lua e à primeira vista, por um lado, temos um passo também devido ao fascínio do universo, e por outro lado, a ligação desta viagem ao tema da natureza e preservação do meio ambiente parece ser nula. Eventualmente esta ligação ao mundo natural terrestre será mesmo negativa pois basta verificar o consumo de combustível e o fumo lançado por esta viagem à saída da órbita terrestre. Surpreendentemente, existe uma ligação relativa à mitologia grega pois Ártemis era a deusa grega considerada "Senhora dos Animais"... Aqui podemos encontrar mais informação sobre este evento, o qual nos poderá vir a inspirar do ponto de vista literário: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rtemis e https://www.dn.pt/internacional/vdeo-artemis-ii-partiu-em-direo-lua-para-viagem-histrica Até breve.

Alguns vencedores do Concurso Literário Natureza 2025

 Boa noite. Aqui alguns dos autores vencedores do Concurso Literário Natureza 2025: PRENÚNCIO, por Francisco Guilherme Por entre a bruma da manhã, por João Araújo O Sussurro da Paineira, por Bruno Reallyme O Lamento da Terra, por Rachel Carvalho Chamado Selvagem, por Ítalo Dourado A peste, por Caio Araujo OS FILHOS DA AURORA, por JV PS Somos Natureza, por Daiane Mendes Des (esperança), por Thaís da Silva Aposta de mãe, por José Vargas Hoje fica o poema: Des (esperança) , por Thaís da Silva Oh, que vazio oco Um silêncio lânguido Prevejo quem seja, é um sentimento acanaveado Que de tempos em tempos sucede, tentando invadir O interior de meu templo, de minh’ alma. Por sorte, me resta uma dose de esperança. Por sorte, há um pouco de arte e cultura pela vizinhança Algo que certamente, germina em meu peito confiança E me faz sobreviver nesta ríspida realidade que deslancha, E me devora paulatinamente dia pós dia. No entanto, eis-me aqui a pelejar, por um destino Interes...

III - 3a Parte - Tríptico poético em clave de Sol

  À mudança do mundo, tudo dou, sem escolha, que eu, para ele, de tão pouco, nada sou. Às vezes resta-me uma estrela Alpha Centauri, sem nexo, de brilho cristalino, gélido, e eu me deixo ir preplexo. Só que, no Universo, tudo o que é próximo, é também um irradiar distante... Pelo que, para ir além no horizonte, fecham-se os olhos, e a imaginação necessita-se então aos molhos...   Para o novo Sol Centauri, nem a rápida arte de viajar, que permita ver outros prados verdejantes, nem novas estrelas à noite refletidas em novo mar. Temos só a poesia perfumada, nostágica do Antes. Nota: a estrela Alpha Centauri é a estrela mais próxima da terra, encontrando-se a 4 anos luz. A velocidade da luz é cerca de 280 mil quilómetros por segundo.

Hamnet, Vencedores na Antologia e uma nova casa

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Boa noite.   Hoje não surge aqui "apenas" mais uma publicação. Hoje, apresenta-se um primeiro olhar relativo ao filme Hamnet, a estrear em breve nos cinemas em Portugal. Um filme literário e com natureza.   Apresenta-se a primeira lista de autores premiados cujo trabalho será incluído na e-Antologia Natureza 2025-2026.   Todavia, antes fica a informação que será encontrado outro endereço para este blog, porque infelizmente a plataforma SAPO será descontinuada no dia 30 de Junho de 2026. Situação que muito desagrada, mas que não se pode evitar... Será aqui partilhado o novo endereço, logo que possível.   Hamnet: intimista e poderoso, sim.   Parte I   Hamnet é um filme tributo à mãe natureza e ao amor que a move. E, todavia, no reverso desse seu amor conhecemos a mão firme, por vezes incompreensível e aparentemente cruel que nos encaminha para paisagens de vida e morte, esperança e humildade. O trabalho da realizadora Chloé Zhao, e dos produtores Steven Spielberg e...

Resultados do Concurso Literário Natureza África 2025

Bom dia.   É com satisfação que partilhamos os resultados do Concurso Literário Natureza África 2025 bem como o poema vencedor.    1o Lugar: "A vida me encanta", poema por Milca Duarte   2o Lugar: "Verdinha", poema por Anselmo Mbule "Diziam que todos os dias à meia noite", conto por Milca Duarte   3o Lugar: "A minha inocência", poema por Marinela Francisco "Natureza e Amizade", Mateus Muinza "Poema sem nome a África", por Igor Correia   Menção Honrosa "Mãe Natureza", conto por Anselmo Mbule   A vida me encanta , por Milca Duarte   A vida me encanta Mas também me espanta Ela se faz ser ouvida cada vez que um beija-flor canta E se faz ser vista cada vez que um leão se levanta   A vida quer ser ouvida E não mais pela guerra reprimida Ela sussura com as folhas na floresta, Acompanha concerto do riacho E imita o riso das hienas   A vida mostra-se linda Sempre bela e aprumada Enfeita-se com begónias, Viol...

Uma tulipa inspiradora

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Hoje, uma simples tulipa inspiradora...   Até breve.

Resultados dos Concursos Literários

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Boa tarde   Hoje partilhamos duas fotografias de Lisboa por estes dias de final de ano e Natal e um poema recebido no contexto do Concurso Literário África 2025.   Os resultados do Concurso Literário África 2025 e do Concurso Literário Natureza 2025 vão ser divulgados durante os dias 28 a 30 de Dezembro. As leituras têm sido gratificantes e inspiradoras.   Poema sem nome a África , por Igor C.   Àfrica minha terra amada aonde me viu a nascer e crescer África havemos de voltar aonde o teu encanto deixa a minha alma apaixonada por ti ohhh minha doce África de onde a nossa poeira do musseque trás brilho nos nossos olhares eterna e amada África onde a pele negra identifica a tuas raízes e origens Africana oooooh África   Até breve.

Uma flor e um poema a Clara Pinto Correia

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Boa noite, A poucos dias da divulgação dos resultados do Concurso Literário Natureza 2025 retomaremos a publicação de alguns dos trabalhos recebidos. Hoje, aqui fica uma fotografia inspiradora e ainda um poema em homenagem a Clara Pinto Correia, a Escritora e Bióloga falecida a 10 de Dezembro de 2025.   Poema a Clara Pinto Correia , por CRA   Na Clara manhã ergue-se a luz, do sol, essa fornalha de vida, humedecem-se os ares, as pétalas, para nós se voltam, como quem convida.   Clara, translúcida, vidente, esclarecida, a biologia das letras na sala de aula, a promessa de catarse a páginas cingida, e ao calor das mãos nos livros.   Luz, pétalas, aulas desses livros, ouvidos, sorrisos, sonhos vívidos, amores de planícies sem fim, e de todos os mundos em mim.   E na tua hora do adeus, de dor, peço a Deus um pouco do teu talento, de amor.   Clara Pinto Correia defendia mais amor na sociedade e desafiava os seus alunos de biologia a ler romances e instigava-os a melho...

Uma fotografia inspiradora e duas notícias ambientais

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Boa noite.   Hoje apresenta-se uma foto inspiradora, para todas as pessoas que desejam escrever um poema sobre a natureza.     Atualmente existe uma Conferência Climática, a COP30, que se realiza em Belém, no Brasil, de 10 a 21 de Novembro, que promete trazer algo de novo: uma aposta na gestão sustentável da Floresta Amazónica. À partida são possíveis duas observações sobre o objetivo maior deste evento: (i) a dimensão da Floresta Amazónica torna o desafio algo quase utópico; e (ii) mesmo em pequena escala, o que se propõem seria já um enorme sucesso, pois em todo o mundo não parece existir, neste momento, o conhecimento necessário para alcançar algo aparentemente inconciliável com alguns padrões de consumo. Ficam aqui duas ligações para mais informação sobre este evento.   https://sustentabilidadebrasil.com/cop30-belem-2025-o-que-e-objetivos-e-datas-da-conferencia-climatica/ https://jornalggn.com.br/meio-ambiente/brasil-aposta-em-transformacao-ecologica-e-captacao-verde-rumo-...

3 Poemas, 3 Realidades Únicas

Bom dia.   Após o final do prazo da presente edição do Concurso Literário Natureza 2025, resta desejar boa sorte a todas as pessoas que nos enviaram o seu trabalho. Agradecemos igualmente a quem partilhou connosco o que fez recentemente pela preservação do meio ambiente, sendo a utilização de transportes públicos ou o ato de plantar uma árvore (ou planta), duas das ações mais comuns. Obrigado!   Hoje aqui partilhamos três poemas que, embora sejam tão distintos, têm a capacidade de levar os leitores para realidades muito únicas. O primeiro poema retrata a vida de um artista que num momento da sua vida implora para que continue a ter consigo a inspiração que lhe permite trabalhar, ou por outras palavras, sentir o sonho que lhe permite agir. Após este poema surgem outros dois, um remetendo para a Amazónia e outro para a Família.   A PRECE DE UM ARTISTA , por Elisa C.   Por favor, não se vá inspiração... Não esmaeça as cores da minha visão. Que eu sempre consiga ver nos olhos de ...

A 1 dia da data limite do Concurso Literário

Bom dia. Amanhã é o último dia para enviar poemas ou contos para o Concurso Literário Natureza 2025. Assim, hoje aqui fica um poema inspirador: "Amor é um fogo que arde sem se ver" de Luís de Camões, numa versão com voz da atriz Sílvia Pfeifer. https://ensina.rtp.pt/artigo/amor-e-um-fogo-que-arde-sem-se-ver-de-luis-de-camoes/   Até breve.

Alguns poemas em tempos de tempestade

Boa tarde.   Em tempos de tempestades no sul da China, por exemplo, em Macau e Hong Kong, mas também em Portugal Continental e Açores, aqui ficam alguns poemas e contos.    https://www.publico.pt/2025/09/27/azul/noticia/tempestade-postropical-gabrielle-traz-chuva-ventos-fortes-2148774     CURSO D’ÁGUA , por Elizete C. (Brasil) O lugar onde cresci Era um lugar sem mar E sem verde para olhar. Havia a luz dos vaga-lumes, Pardais malabaristas, E três rios (um ao lado do outro) Com nomes de peixe, na língua tupi. As moças ribeirinhas Banhavam-se nos rios da minha infância. Os rios seguiam o curso d’água sem pressa, Ajustando-se com simplicidade A pobreza do lugar. O sol iluminava as ruas sem calçadas, E a lua no espelho das águas dos rios Era a beleza que faltava mirar. Eu pisei o barro da terra em cores. Eu molhei meus pés nas águas enchentes. Mas não conheci as águas dos rios Que me encharcam a alma De uma saudade água nascente.   Amorosidade , por Vera A. (Brasil)   A Nina é ...