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A mostrar mensagens de maio, 2026

31 de Maio a 2 de Junho na Feira do Livro de Lisboa

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 Boa noite. Aqui a ligação para a pesquisa de livros e autores presentes na Feira: https://feiradolivrodelisboa.pt/pesquisa/ Pode ser testado, por exemplo, pesquisando: Luis Amorim, Jorge Chichorro, Karina Aldrighis, Aluizio Felipe da Silva, Graça Patrão,  José Assis,  Irene Queiroga,  Delfina de Araújo Madureira, Bé Machado,  Magnólia dos Santos,  Maria Muge,  Ana Bela Dinis, Rui M. . Hoje aqui fica uma nova fotografia da Feira do Livros de Lisboa. Até breve.

2o dia da Feira do Livro de Lisboa 2026

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 Bom dia. Hoje aqui duas fotografias de livros na Feira do Livro. Por exemplo, o livro "Album de Flores" de Karina Aldrighis, a coleção "Mestres da Língua Portuguesa" de Jorge Chichorro Rodrigues, o livro "SUSPIRAR DA ALMA" por Aluízio Felipe da Silva. Mas, por estes dias não apenas de livros se fazem os dias em Lisboa. Também é possível encontrar porcos de estimação a passear, acompanhados pelos donos. Até breve.

1o dia da Feira do Livro de Lisboa 2026

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Bom dia. Ontem foi o primeiro dia da Feira do Livro de Lisboa 2026. E foi também o dia de uma primeira visita, embora rápida mas muito útil!  Aqui uma primeira foto. Na próxima publicação teremos aqui informação sobre os livros levados à Feira pela Nature R Natureza . E eventualmente, ainda hoje, teremos uma atualização a esta mesma publicação. Atualização da publicação, com esta foto. Até breve.

Feira do Livro de Lisboa 2026 e Trevo Vermelho

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 Boa tarde.   Hoje partilhamos uma fotografia de uma espécie de trevo que tem flores vermelhas … Algo muito diferente do habitual. Igualmente, informa-se que pela primeira vez a Editora que também apoia este blog, a Nature R Natureza , vai estar presente na Feira do Livro de Lisboa 2026, de 27 de Maio a 14 de Junho! Estará na Tenda dos Pequenos Editores . Muito em breve serão partilhados aqui alguns dos livros que lá serão expostos.     Até breve.

Um pouco de turismo no Jardim Cesário Verde

  Boa noite.   Hoje proponho um passeio verde no coração de Lisboa, na zona de Arroios e das Avenidas Novas. É uma sugestão feita com simplicidade e boa disposição: calce sapatos confortáveis, traga uma garrafa de água e aproveite os transportes públicos. Lisboa esconde muitos recantos que nos convidam a abrandar e olhar à nossa volta. Os jardins de bairro têm personalidades próprias — pequenos pulmões que contam histórias de poetas, reis e vizinhos. Vamos descobrir juntos quatro desses espaços e ver como se ligam? ________________________________________ Jardim Cesário Verde — homenagem ao poeta da cidade, um dos mais conhecidos; O Jardim Cesário Verde é um espaço verde de pequenas dimensões, situado na Praça Ilha do Faial, na freguesia de Arroios. Criado em 1955, e é arborizado com árvores altas e abriga o busto do poeta Cesário Verde, obra do escultor Maximiano Alves. É um lugar discreto: os seus cerca de 2 500 m² podem passar des...

Os 100 anos de David Attenborough

 Boa noite É verdade, David Attenborough fez 100 anos agora em 8 de Maio. Muitos parabéns! Aqui fica uma notícia com alguns depoimentos sobre a importância dos documentários de David Attenborough para conhecer a natureza, mas também como inspiração para muitas pessoas que decidiram fazer algo para proteger a natureza. Desde gorilas a plantas, David Attenborough filmou em diversas circunstâncias e olhando para inúmeras espécies. https://www.publico.pt/2026/05/07/azul/noticia/david-attenborough-voz-fundo-mundo-natural-faz-100-anos-2172930 Até breve.

Teatro e erva fresca

 Boa tarde. Em mês que marca o início de um certo sentimento de verão, com feiras do livro, praia, maior vontade de passear pelos jardins, aqui fica o poema "Poema da erva fresca" de António Gedeão.  Antes fica a informação relativa a um evento no Teatro Passagem de Nível em Alfornelos: De 29 a 31 de Maio de 2026 podemos assistir à peça "O Marinheiro" com base no trabalho de Fernando Pessoa. Horário: 6ª feira às 21h30 e sábado e domingo às 16 horas. Mais informação no Instagram @tpnivel e no facebook. Poema da erva fresca , por António Gedeão De repente cheirou-me a erva fresca, a feno, a estrume, a vegetais pisados. E lembrei-me do Hesíodo. Devia ser atarracado e gordo. Devia ter a boca entumescida e o nariz grosso. À minha volta não se enxergavam cabras, nem brotavam do chão as alcachofras, nem o estrídulo canto das cigarras me arranhava os ouvidos. Mas ele, o gordo, andava por ali, saboreando-se, na terna manhã dos pássaros. Um sol sem adjectivos, o mesmo Sol qu...