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3 Poemas, 3 Realidades Únicas

Bom dia.   Após o final do prazo da presente edição do Concurso Literário Natureza 2025, resta desejar boa sorte a todas as pessoas que nos enviaram o seu trabalho. Agradecemos igualmente a quem partilhou connosco o que fez recentemente pela preservação do meio ambiente, sendo a utilização de transportes públicos ou o ato de plantar uma árvore (ou planta), duas das ações mais comuns. Obrigado!   Hoje aqui partilhamos três poemas que, embora sejam tão distintos, têm a capacidade de levar os leitores para realidades muito únicas. O primeiro poema retrata a vida de um artista que num momento da sua vida implora para que continue a ter consigo a inspiração que lhe permite trabalhar, ou por outras palavras, sentir o sonho que lhe permite agir. Após este poema surgem outros dois, um remetendo para a Amazónia e outro para a Família.   A PRECE DE UM ARTISTA , por Elisa C.   Por favor, não se vá inspiração... Não esmaeça as cores da minha visão. Que eu sempre consiga ver nos olhos de ...

Alguns trabalhos classificados em primeiro lugar

Hoje são aqui partilhados os trabalhos que ficam nos três primeiros lugares. Sem dúvida, esta leitura, é uma alegria e uma oportunidade de inspiração para todas as pessoas que gostam de sonhar lendo. 1º Lugar “Candeia viva”, por Elizabete Fernandes Nasci em Lisboa, 1927, sob o céu cinzento, nasci para o palco, o meu destino traçado em letras antigas, numa cidade onde o tempo respira lento. De jovem, a minha voz encontrou caminho no teatro amador, ainda sem peso nas palavras mas já com tremor, paixão, no primeiro papel, a primeira respiração. Profissional, entrei na roda, na comédia dos dias, nos dramas da vida. Eric Birling trouxe-me a fama, no Teatro Avenida, criei o meu nome. O Verão no Teatro do Povo, as noites longas, o aplauso caloroso, sob a direção de Ribeirinho, cresci, fiz da arte a minha casa, o meu refúgio. Fundámos o Teatro Moderno, Por cada peça, por cada fala, a alma abria, e no Porto experimentei, a encenação, uma vez só, mas que ficou. O cinema chamou-me e eu fui, das a...