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No Pós-Feira do Livro de Lisboa, uma onda de calor

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Boa noite.   Hoje aqui se partilha o trabalho de uma Escrita que teve uma presença recatada na Feira do Livro de Lisboa de 2026, mas nesse recato podemos encontrar um mundo paralelo, literário, que nos toca profundamente. Falo de Ana Bela Dinis, e aqui fica a sua página: https://www.anabeladinis.pt/   Chama-se a atenção para uma das suas obras, a “Sementes de Tamareira”, a qual nos fala sobre uma história de amor real. Real porque aconteceu e real porque se fala de verdadeiro amor, aquele que resiste à distância, ao tempo e às circunstâncias. É a própria paixão e entrega com que a autora nos fala do que escreve que nos convence que o seu trabalho vale a pena ser lido. Um livro é uma partilha de sonhos e nestas páginas temos sonhos, descritos em palavras… se não existissem palavras talvez fossem descritos por tamareiras dispostas de determinada forma, num certo horizonte. O horizonte é aquele sonhado e que a autora ainda hoje quer. Sim, porque esta obra é também...

A entrevista a Luís Amorim

 Bom dia. Hoje partilhamos a entrevista a Luís Amorim, o qual também esteve presente na Feira do Livro de Lisboa. É autor de diversos livros de poesia e contos. Infelizmente, a Feira do Livro já terminou... deixando para trás uma boa dose de saudade. Fica aqui também a informação que algures em Julho prevemos a próxima edição do Concurso Literário Natureza. O que inspira o Luís Amorim na sua escrita? Tentar a cada poema ou conto, envolvê-lo num arranjo literário que tenha algo de inovador e com enredo de muita imaginação. Se tivesse de escolher entre o conto e a poesia qual seria a sua escolha? Teria de escolher os dois, que se complementam, quando até muitos dos poemas são histórias em verso, designados pelo autor de contos poéticos. Considera que a causa ambiental está a ser devidamente acautelada? Porquê? Não está a ser acautelada. Houve importantes avanços, com aprovação de leis na protecção ambiental, o investimento em energias renováveis e uma maior sensibilização da populaçã...

Uma entrevista a Jorge Chichorro Rodrigues

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Boa noite. Hoje aqui partilhamos a entrevista ao escritor Jorge Chichorro Rodrigues, autor de várias biografias de outros escritores. Amanhã, 14 de Junho, é o último dia da Feira do Livro de lisboa 2026 pelo que ainda é possível encontrar o trabalho de Jorge Chichorro na Tenda dos Pequenos Editores. O que mais o entusiasma na escrita de biografias? Resposta: Na minha coleção "Mestres da Língua Portuguesa" escrevi mais do que biografias, na verdade escrevi narrativas poéticas com base na vida e na obra de 31 escritores e poetas de língua portuguesa, de Portugal, Brasil e Países Africanos de Língua Portuguesa. São livros de luxo, de capa dura e ilustrações no interior, que incentivam ao conhecimento do nosso património literário comum. Foi isso que, de forma espontânea, me levou a fazer esta coleção.  Qual o autor que mais revelou uma ligação mais profunda à natureza? Resposta: Cesário Verde, claramente, é um grande defensor da vida no meio da natureza, mas também no livro sobr...

Um poema no Dia Mundial do Ambiente

 Boa noite Hoje, em Dia Mundial do Ambiente, aqui um poema de Aluizio Felipe da Silva, no seu livro SUSPIRAR DA ALMA, disponível na Feira do Livro de Lisboa 2026. MEU PLANETA, por Aluizio Felipe da Silva Creio a alma Do ser humano pertence à terra Dela se sustenta, por ela, vive Por ela se mantém. Em verdade a terra em si é Algo de vida admirável Pois nela se plantando Tudo floresce, se reproduz, Ervas, vegetação, seres. A terra do planeta único Produz a vida acolhe o cansado Transforma vida em outras vidas Acolhe a todos no descanso eterno. Terra de tantos seres vivos Contrastes, diferentes Formas distintas a se apresentar Terra dos seres vivos, habitat. Pena que os humanos Os mais dotados, talvez Desrespeitam a terra mãe Em seu orgulho a tudo destruir Se olvidando que a terra Que lhe forneceu meios para viver É a mesma terra que nalgum dia O receberá ao morrer. Terra dom sublime universal Criada para ser a morada humana Num ...

31 de Maio a 2 de Junho na Feira do Livro de Lisboa

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 Boa noite. Aqui a ligação para a pesquisa de livros e autores presentes na Feira: https://feiradolivrodelisboa.pt/pesquisa/ Pode ser testado, por exemplo, pesquisando: Luis Amorim, Jorge Chichorro, Karina Aldrighis, Aluizio Felipe da Silva, Graça Patrão,  José Assis,  Irene Queiroga,  Delfina de Araújo Madureira, Bé Machado,  Magnólia dos Santos,  Maria Muge,  Ana Bela Dinis, Rui M. . Hoje aqui fica uma nova fotografia da Feira do Livros de Lisboa. Até breve.

2o dia da Feira do Livro de Lisboa 2026

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 Bom dia. Hoje aqui duas fotografias de livros na Feira do Livro. Por exemplo, o livro "Album de Flores" de Karina Aldrighis, a coleção "Mestres da Língua Portuguesa" de Jorge Chichorro Rodrigues, o livro "SUSPIRAR DA ALMA" por Aluízio Felipe da Silva. Mas, por estes dias não apenas de livros se fazem os dias em Lisboa. Também é possível encontrar porcos de estimação a passear, acompanhados pelos donos. Até breve.

1o dia da Feira do Livro de Lisboa 2026

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Bom dia. Ontem foi o primeiro dia da Feira do Livro de Lisboa 2026. E foi também o dia de uma primeira visita, embora rápida mas muito útil!  Aqui uma primeira foto. Na próxima publicação teremos aqui informação sobre os livros levados à Feira pela Nature R Natureza . E eventualmente, ainda hoje, teremos uma atualização a esta mesma publicação. Atualização da publicação, com esta foto. Até breve.

Um olhar verde e turístico no centro de Lisboa

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  Boa tarde. Hoje, aqui fica uma sugestão que se recomenda seja seguida utilizando transportes públicos amigos do ambiente para a deslocação até à Praça dos Restauradores em Lisboa. Lisboa tem recantos muito verdes e cheios de tonalidades muito próprias, convida-nos a passear de uma forma poética e subtil — e poucos sítios o fazem tão bem como a zona do Praça do Marquês de Pombal. Aqui começa um percurso com árvores e plantas que liga elegância urbana, história e pequenos refúgios inesperados. Vamos caminhar juntos? ________________________________________ A) Dos salões ao ar livre: jardins da Avenida da Liberdade Antes de subir ao parque, vale a pena começar pela Avenida da Liberdade, a qual foi construída entre 1879 e 1886. Os seus jardins centrais, com árvores alinhadas, fontes e estátuas, foram pensados como espaço de lazer da burguesia lisboeta do século XIX. Hoje continuam a cumprir essa missão — só que agora misturam turistas, habitantes locais e quem, estando de passagem, s...

Elevador da Glória e poesia

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Boa noite.   Não é possível ignorar a tragédia do Elevador da Glória, em Lisboa, esta 4ª feira, dia 3 de Setembro de 2025, pouco após as 18 horas. Na verdade, é difícil encontrar palavras para descrever o que se sente, quando quem tenta essa descrição percorreu por diversas vezes a Calçada da Glória, a pé, em ambos os sentidos e também no próprio elevador, igualmente em ambos os sentidos. Este é o caso do autor deste blog. Aliás, ainda no passado mês de Maio houve a oportunidade de descer no elevador, exatamente no que agora está totalmente destruído. Por acaso também foram trocadas algumas breves palavras com o guarda-freios que foi a primeira vítima identificada neste acidente. Sem qualquer dúvida, ficou uma memória de interagir com alguém simpático e disponível. Não há dúvida que Lisboa está mais pobre. Em primeiro lugar, perde-se a possibilidade de ver a cidade de uma forma única; respirando paz e apreciando uma paisagem única. Fica aqui o convite para ver as duas primeiras imagens...

“Verdes Anos”

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O título da publicação de hoje parece um desejo de anos vindouros mais amigos da nossa mãe natureza. Não é verdade. O desejo pode ser verdadeiro, mas a verdadeira razão de ser de “Verdes Anos” é mesmo homenagear Carlos Paredes que hoje faria 100 anos, pois nasceu em Coimbra a 16 de fevereiro de 1925. A forma tão única de tocar a guitarra portuguesa está também profundamente relacionada com o facto de ser um intérprete do fado de Coimbra, que tem as suas particularidades, quando comparado com o de Lisboa. Existe uma envolvência muito própria, a qual é amplificada e enriquecida, com a “genica” do seu dedilhar das cordas e a sua mão a correr pelo braço do instrumento como se fosse uma sua parte móvel. Aqui alguma informação no Museu do Fado: https://www.museudofado.pt/fado/personalidade/carlos-paredes Aqui um vídeo para podermos apreciar o tema “Verdes Anos”, com música de Pedro Tamen, que foi criada para o filme de 1963, “Os Verdes Anos” de Paulo Rocha. Carlos Paredes - Canção Verdes Ano...

Final de Feira a 16 de Junho

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Sem esquecer que continua a decorrer o Concurso Literário e que são muito bem-vindos poemas e contos sobre teatro (teatro e paz, teatro e natureza, teatro e amor, etc): https://contosdasestrelas.blogs.sapo.pt/concurso-literario-em-homenagem-a-ruy-163153   A Feira do Livro de Lisboa terminou mais uma edição... foi emotiva... e mais que isso. A este tema voltaremos noutra publicação.  Aqui fica uma fotografia a evocar a magia que ficou no ar. Sem esquecer também as vítimas dos incêndios florestais de 2017 em Portugal. Afinal, ainda parece não se verificar uma mudança de fundo, pelo menos à escala desejável, para prevenir futuras situações como as verificadas nesse ano. São todavia evidentes alguns exemplos positivos.   Até breve.

A Feira continua...

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Sem esquecer que continua a decorrer o Concurso Literário e que são muito bem-vindos poemas e contos sobre teatro (teatro e paz, teatro e natureza, teatro e amor, etc): https://contosdasestrelas.blogs.sapo.pt/concurso-literario-em-homenagem-a-ruy-163153   A Feira do Livro de Lisboa continua a sua caminhada... entre livros, páginas, sonhos e dias a que se sucedem as noites. Histórias de encantar e histórias de embalar.     E nestes dias também poderemos praticar yoga com cachorros... Não estamos a brincar, vejam: https://mardemaio.blogs.sapo.pt/fui-fazer-yoga-com-cachorros-245420   Até breve.  

Uma fotografia da Feira do Livro no Dia da Criança

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Hoje é dia da criança pelo que fica um conto que evoca o nascimento. Também se publica a primeira fotografia na Feira do Livro de Lisboa 2024.     O RIO GRÁVIDO, por António M. O farfalhar das folhas era o da mata, espreitar. O ruído era como o de quem espiava através dos olhos das florestas. O seu destino era como o de quem escutava através da audição da multidão. A ave que voara por acima do leve ruído da escuta foi a mensagem do envio: sinal da cilada mal preparada. A tribo dos onze que o escuro evitara, era a multidão que escutara: por cautela dos perigos das armadilhas, rodeara o centro da mata ciliar. Como marcavam pegadas nas areias das margens do riacho serpenteante, as árvores do seu mapear eram de cílios que acompanham. Como que as plantas submersas a ondularem nos seus verticais, quando a pulsação líquida superior despacha vigílias de ondas liqüefeitas, a sondarem as areias das praias dos contornos, assim, os cílios da mata-galeria ondeavam ao derredor dos extremos da sensua...

Feira do Livro de Lisboa

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Sem esquecer que continua a decorrer o Concurso Literário: https://contosdasestrelas.blogs.sapo.pt/concurso-literario-em-homenagem-a-ruy-163153   Informa-se que está a decorrer a Feira do Livro de Lisboa, entre 29 de Maio e 16 de Junho. Até breve.