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A entrevista a Luís Amorim

 Bom dia. Hoje partilhamos a entrevista a Luís Amorim, o qual também esteve presente na Feira do Livro de Lisboa. É autor de diversos livros de poesia e contos. Infelizmente, a Feira do Livro já terminou... deixando para trás uma boa dose de saudade. Fica aqui também a informação que algures em Julho prevemos a próxima edição do Concurso Literário Natureza. O que inspira o Luís Amorim na sua escrita? Tentar a cada poema ou conto, envolvê-lo num arranjo literário que tenha algo de inovador e com enredo de muita imaginação. Se tivesse de escolher entre o conto e a poesia qual seria a sua escolha? Teria de escolher os dois, que se complementam, quando até muitos dos poemas são histórias em verso, designados pelo autor de contos poéticos. Considera que a causa ambiental está a ser devidamente acautelada? Porquê? Não está a ser acautelada. Houve importantes avanços, com aprovação de leis na protecção ambiental, o investimento em energias renováveis e uma maior sensibilização da populaçã...

Um poema, um conto e uma notícia

Boa noite.   Amanhã divulgamos os resultados do Concurso Literário Internacional Natureza 2025. Hoje aqui fica um poema, um conto e uma notícia.   Alma da Mata , por R. Santi   Antiga é a neblina na floresta. O verde desperta e me resta. O cipó se enrola em tronco antigo. Segredo que guarda, mistério amigo. O sabiá canta no ar silencioso. A vida vibra em tom precioso. A chuva cai, cristalina e fina. Banha a terra, pura e divina. Macacos saltam de galho em galho. Flores abrem-se em suave trabalho. O rio murmura contos ancestrais. Ecoam na alma, sons imortais. Amar a mata é sentir a vida. Cada raiz desperta a alma contida. Abraçar o verde é ato de paixão. Viver a Terra é pura devoção.   O peru , por Eduardo da Silva   Seu José, um homem simples do interior tinha uma fazenda, quatro metros de terra, sim, uma fazenda, lá criava não galinhas d’angola, pavões de resplendorosas plumas, perus. Todos criados com muita dedicação e zelo, afinal, fazia parte do sustento da família, m...

Nova Fotografia Inspiradora

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Boa tarde.   Hoje aqui se publica uma fotografia adicional para nos inspirar na escrita de um conto ou uma poesia repleta de beleza. Podemos ver como as flores de cerejeira "nascem" diretamente do tronco principal da árvore, neste caso. Algo inesperado para muitos de nós... a criatividade da natureza. Até breve.

Bombeiros, Estrela, Gardunha, Margaraça e um conto

Boa noite.   Hoje, devido à situação catastrófica dos incêndios em Portugal, a publicação centra-se nesta temática. Em Unhais da Serra (Covilhã) e não só, continuam a viver-se momentos de pânico. Não serão dados detalhes de sofrimento aqui. Em primeiro lugar apresentamos a Plataforma Centralizada de Ajuda aos Bombeiros, para se poder ajudar os Bombeiros. Em segundo lugar podemos salientar o Intervenção e Resgate Animal, que muito se tem empenhado em salvar animais. Em terceiro lugar apresentam-se dados sobre três áreas protegidas: (i) Parque Natural da Serra da Estrela; (ii) Serra da Gardunha; e (iii) Mata da Margaraça. Em quarto lugar, apresentamos um conto, em homenagem a todos quantos sofreram com os incêndios em Portugal, até este momento.   No seguinte local da internet, podemos encontrar informação sobre como ajudar os Bombeiros:   Plataforma Centralizada de Ajuda aos Bombeiros https://www.ajudarosbombeiros.pt   Aqui, podemos encontrar informação sobre o IRA:   IRA – Intervenção ...

Concurso Literário Internacional Natureza 2025 – 2ª Fase

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É com enorme satisfação que aqui publicamos a nova edição do Concurso Literário Natureza.   Nesta 2ª Fase do nosso Concurso convidamos todos os participantes a terem uma ação amiga do ambiente e enviarem a sua descrição quando enviarem o poema ou conto com o qual se candidatam. Com efeito, esta ação não é obrigatória, mas recorda que desde os primeiros dias deste Concurso Literário o objetivo foi criar literatura sobre o tema da natureza e gerar ações concretas. Entre essas ações podemos encontrar, entre muitas outras possíveis: (i) evitar uma deslocação de automóvel; (ii) convencer outra pessoa a reciclar o plástico; (iii) plantar uma árvore ou planta; (iv) visitar o zoo local.   Este ano sugerimos um conjunto de temas possíveis em associação: Natureza e comportamento humano; Natureza e amor; Natureza e amizade; Natureza e o nosso cão/cachorro. A propósito de “comportamento humano” aqui lembramos aquela expressão que utilizamos por exemplo quando referimos a “natureza humana”, ou sej...

Uma receita original - gelado/sorvete

Hoje aqui fica uma receita de gelado/sorvete. Espera-se que seja macio e saboroso. Adicionalmente, refletimos sobre o impacto ambiental da gastronomia.   Gelado de laranja   2 embalagens de 200 mililitros, de natas gordas, batidas com uma colher de farinha Maizena (amido de milho); 100 gramas de açúcar; Raspa de laranja e/ou baunilha para aromatizar. Como elaborar: 1º Colocar no congelador por 40 minutos; 2º Retirar e triturar com varinha mágica; 3º Repetir os passos 1 e 2 até obter a textura desejada.   Sem dúvida, o impacto mais óbvio de um olhar ecológico relativamente à gastronomia, será o do desperdício ambiental. Todavia, o consumo de energia na confeção dos alimentos, a forma como os alimentos são produzidos e ultimamente o que estes permitem socialmente, originam impactos frequentemente muito mais profundos e mais difíceis de mitigar ou limitar. Não como resposta, mas como caminho de reflexão, sugere-se que durante um dia verifique o tempo e energia utilizados a cozinhar e que ...

Uma fotografia da Feira do Livro no Dia da Criança

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Hoje é dia da criança pelo que fica um conto que evoca o nascimento. Também se publica a primeira fotografia na Feira do Livro de Lisboa 2024.     O RIO GRÁVIDO, por António M. O farfalhar das folhas era o da mata, espreitar. O ruído era como o de quem espiava através dos olhos das florestas. O seu destino era como o de quem escutava através da audição da multidão. A ave que voara por acima do leve ruído da escuta foi a mensagem do envio: sinal da cilada mal preparada. A tribo dos onze que o escuro evitara, era a multidão que escutara: por cautela dos perigos das armadilhas, rodeara o centro da mata ciliar. Como marcavam pegadas nas areias das margens do riacho serpenteante, as árvores do seu mapear eram de cílios que acompanham. Como que as plantas submersas a ondularem nos seus verticais, quando a pulsação líquida superior despacha vigílias de ondas liqüefeitas, a sondarem as areias das praias dos contornos, assim, os cílios da mata-galeria ondeavam ao derredor dos extremos da sensua...