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Em dia de luto pela Venezuela em Portugal

 Bom dia. Hoje, em dia de luto pela Venezuela não havendo palavras para se curvarem perante a morte, ou quaisquer outras, fica apenas a impressão que existe falta de meios de socorro. E ao mesmo tempo parece que no mundo estão atualmente investidos recursos em guerras, os quais seriam mais que suficientes para salvar todos os que ficam por socorrer.   Assim, ficamos por um poema da poetiza croata Vesna Parun para nos levar além deste contexto. Não nos podemos esquecer do campeonado mundial de futebol e que recentemente Portugal venceu a Croácia, sendo verdade que na Croácia além de bons jogadores existe algo mais. O poema “Tu que as tuas mãos são mais inocentes que as minhas” é profundamente humano mas está “atafulhado” de imagens naturalistas que não nos podem deixar indiferentes, fala-se de montanhas e mares, florestas, lagartos, aves, serpentes. Além disso na mitologia eslava Vesna, o nome da autora, significa primavera e nestes dias de onda de calor, ficam saudades d...

Um poema de Camões

 Bom dia. Ontem foi o Dia de Camões e também foi mais um dia de Feira do Livro de Lisboa, com muito movimento de pessoas e muitos livros que vão aparecendo como novidades mesmo durante o evento. Hoje, aqui fica um poema (soneto) de Luís Vaz de Camões. Transforma-se o Amador na Cousa Amada Transforma-se o amador na cousa amada, Por virtude do muito imaginar; Não tenho logo mais que desejar, Pois em mim tenho a parte desejada. Se nela está minha alma transformada, Que mais deseja o corpo de alcançar? Em si somente pode descansar, Pois com ele tal alma está liada. Mas esta linda e pura semideia, Que como o acidente em seu sujeito, Assim co'a alma minha se conforma, Está no pensamento como ideia; E o vivo e puro amor de que sou feito, Como a matéria simples busca a forma. Até breve.

Um poema no Dia Mundial do Ambiente

 Boa noite Hoje, em Dia Mundial do Ambiente, aqui um poema de Aluizio Felipe da Silva, no seu livro SUSPIRAR DA ALMA, disponível na Feira do Livro de Lisboa 2026. MEU PLANETA, por Aluizio Felipe da Silva Creio a alma Do ser humano pertence à terra Dela se sustenta, por ela, vive Por ela se mantém. Em verdade a terra em si é Algo de vida admirável Pois nela se plantando Tudo floresce, se reproduz, Ervas, vegetação, seres. A terra do planeta único Produz a vida acolhe o cansado Transforma vida em outras vidas Acolhe a todos no descanso eterno. Terra de tantos seres vivos Contrastes, diferentes Formas distintas a se apresentar Terra dos seres vivos, habitat. Pena que os humanos Os mais dotados, talvez Desrespeitam a terra mãe Em seu orgulho a tudo destruir Se olvidando que a terra Que lhe forneceu meios para viver É a mesma terra que nalgum dia O receberá ao morrer. Terra dom sublime universal Criada para ser a morada humana Num ...

Beleza em tempos de Feira do Livro

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Boa tarde Hoje aqui fica um poema sobre beleza, que podemos encontrar na Antologia Natureza 2025. Hino à beleza , por Asdrúbal Vieira Nestes tempos conturbados  Onde a loucura impera  Estão os sentidos vedados  Em um compasso de espera.  Vivemos de olhos vendados, Surdos aos gemidos de dor,  Aturdidos, alheados,  Ávidos de fácil louvor. Que tristeza infinita,  Tal alienação semeia,  Ao transformar em finita  A beleza que a rodeia.  A função intelectual, Virada para o umbigo,  Ignora o primor real.  Faz do torpor um amigo. Adeus sensibilidade,  Amputaram-te os sentidos,  Mataram-te a faculdade,  De apreciar tons floridos.  O colorido dum monte,  Um pôr-do-Sol radiante,  O latejar duma fonte,  Um belo peito arfante, Uma paisagem campestre,  Uma azinheira florida,  Uma roseira silvestre,  Uma promessa sentida,   Do cheiro a maresia  Que o olfacto vos assalta,  C...

Teatro e erva fresca

 Boa tarde. Em mês que marca o início de um certo sentimento de verão, com feiras do livro, praia, maior vontade de passear pelos jardins, aqui fica o poema "Poema da erva fresca" de António Gedeão.  Antes fica a informação relativa a um evento no Teatro Passagem de Nível em Alfornelos: De 29 a 31 de Maio de 2026 podemos assistir à peça "O Marinheiro" com base no trabalho de Fernando Pessoa. Horário: 6ª feira às 21h30 e sábado e domingo às 16 horas. Mais informação no Instagram @tpnivel e no facebook. Poema da erva fresca , por António Gedeão De repente cheirou-me a erva fresca, a feno, a estrume, a vegetais pisados. E lembrei-me do Hesíodo. Devia ser atarracado e gordo. Devia ter a boca entumescida e o nariz grosso. À minha volta não se enxergavam cabras, nem brotavam do chão as alcachofras, nem o estrídulo canto das cigarras me arranhava os ouvidos. Mas ele, o gordo, andava por ali, saboreando-se, na terna manhã dos pássaros. Um sol sem adjectivos, o mesmo Sol qu...

Um poema no pós-tempestades e uma notícia ecológica

 Boa noite. Hoje fica um poema por R. Santi, que alude às tempestades em Portugal e ao sentimento de esperança num futuro reconstruído. Fica aqui também um sinal de solidariedade perante as vítimas das inundações no Brasil. DEPOIS DO VENTO,  por R. Santi (Brasil) Primeiro veio o vento escurecendo telhados desordenando o mar calando as praças Depois vieram as imagens casas abertas ruas em silêncio livros protegidos entre braços E eu fiquei daqui pensando em vocês Como estão as cidades agora? As janelas voltaram a se abrir? Há passos outra vez nos centros culturais? As luzes já acendem sobre as mesas onde a palavra encontra abrigo? Pergunto baixo como quem respeita o tempo das pedras e o tempo das pessoas Se alguns concursos silenciaram talvez seja apenas pausa daquelas que antecedem o recomeço Em 1755 o gigante lusitano tremeu e o mundo pensou que era fim Mas não era Portugal não caiu ajoelhou E quando se cai de joelhos não é rendição é oração é fôlego é reconstrução Castelos p...

Um poema de amizade e carinho

 Boa noite, Hoje um poema muito sensível ao tema do carinho. As mamães do Pet Tuff, por Daiana Suzart Tarde quente, e que tarde! Passeios no laguinho, no parquinho, no centro da cidade. Eram tantas gargalhadas que nem vimos a hora passar. Ele amou, ele ama passear! Não importam os dias, o clima e nem o lugar, Ele só quer sair, saí para passear. Olha pra mamãe com cara de pressa, e ela não reage. Já olha pra outra que logo se apressa e faz sua vontade. Uma sempre mais calma e a outra bem agitada, No fim ele ama as mamães, mesmo diferentes Não ficam separadas. E ele ama! É lindo de ver no olhar. Passa aqui Tuff, é o que todos ouvem, Quando ele se solta da coleira. Ele ama desbravar o mundo, E ainda mais as brincadeiras. Ninho, é a outra mamãe que chama Pra ver se ele obedece. Mas a natureza o convida e em meio a cambalhotas, Aquilo ainda mais lhe apetece. Não era pra ser meu, seu, e nem nosso, Mas ele nos escolheu, Ele nos escolhe todos os dias, E isso é o amor da Mãe de Pet. Não pre...

O teste do algodão e um poema

Boa tarde,  As recentes tempestades afetaram bastante Portugal continental. Para várias pessoas tratou-se de mais um evento novo com justificação nas alterações climáticas. Todavia, ao longo destas semanas também tem sido possível ouvir algumas opiniões que consideram que este foi um fenómeno sem nenhum carácter de novidade.  Eventualmente, o verdadeiro teste do algodão será o próximo verão, porque se surgir um novo evento climático extremo, a tese de alterações climáticas ganhará credibilidade mesmo aos olhos dos mais cépticos. Afinal, se períodos prolongados de chuvas intensas ou calor intenso, se tornarem comuns todos os anos, então não existirá qualquer dúvida relativamente a uma alteração climática. Um breve olhar pelo mundo permite verificar que situações de cheias e tempestades surgiram também noutros locais, por exemplo, no Brasil em Taubaté. Aqui mais informação: https://sampi.net.br/ovale/noticias/2960450/vale-do-paraiba/2026/02/apos-temporal-taubate-tem-32-desabriga...

Uma tempestade em evolução - Portugal

Boa noite. Infelizmente, Portugal está confrontado com um novo fenómeno extremo, resultante de várias tempestades em sequência. No verão de 2025, várias das localidades que agora enfrentam a água e o vento, enfrentaram 3 semanas de calor extremos, com temperaturas acima de 40 graus e baixa humidade. Agora Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos mais afetados.   Uma das notícias mais recentes, relativa a Coimbra: https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/coimbra-vai-comecar-a-trabalhar-num-possivel-cenario-de-evacuacao-face-a-descargas-na-barragem-da-aguieira   https://sicnoticias.pt/meteorologia/2026-01-31-coimbra-vai-comecar-a-trabalhar-num-possivel-cenario-de-evacuacao-e6b08f33   Um poema em solidariedade pelas vítimas: MINHA GENTE, por R. Santi (Brasil) O vento veio forte O céu escureceu E muita coisa parou Eu vi as imagens As casas feridas As ruas em alerta O povo com medo Rogo que estejam bem Para que estejam juntos Para que estejam vivos Esse vento já foi vela J...

Um poema, um conto e uma notícia

Boa noite.   Amanhã divulgamos os resultados do Concurso Literário Internacional Natureza 2025. Hoje aqui fica um poema, um conto e uma notícia.   Alma da Mata , por R. Santi   Antiga é a neblina na floresta. O verde desperta e me resta. O cipó se enrola em tronco antigo. Segredo que guarda, mistério amigo. O sabiá canta no ar silencioso. A vida vibra em tom precioso. A chuva cai, cristalina e fina. Banha a terra, pura e divina. Macacos saltam de galho em galho. Flores abrem-se em suave trabalho. O rio murmura contos ancestrais. Ecoam na alma, sons imortais. Amar a mata é sentir a vida. Cada raiz desperta a alma contida. Abraçar o verde é ato de paixão. Viver a Terra é pura devoção.   O peru , por Eduardo da Silva   Seu José, um homem simples do interior tinha uma fazenda, quatro metros de terra, sim, uma fazenda, lá criava não galinhas d’angola, pavões de resplendorosas plumas, perus. Todos criados com muita dedicação e zelo, afinal, fazia parte do sustento da família, m...

Resultados do Concurso Literário Natureza África 2025

Bom dia.   É com satisfação que partilhamos os resultados do Concurso Literário Natureza África 2025 bem como o poema vencedor.    1o Lugar: "A vida me encanta", poema por Milca Duarte   2o Lugar: "Verdinha", poema por Anselmo Mbule "Diziam que todos os dias à meia noite", conto por Milca Duarte   3o Lugar: "A minha inocência", poema por Marinela Francisco "Natureza e Amizade", Mateus Muinza "Poema sem nome a África", por Igor Correia   Menção Honrosa "Mãe Natureza", conto por Anselmo Mbule   A vida me encanta , por Milca Duarte   A vida me encanta Mas também me espanta Ela se faz ser ouvida cada vez que um beija-flor canta E se faz ser vista cada vez que um leão se levanta   A vida quer ser ouvida E não mais pela guerra reprimida Ela sussura com as folhas na floresta, Acompanha concerto do riacho E imita o riso das hienas   A vida mostra-se linda Sempre bela e aprumada Enfeita-se com begónias, Viol...

Resultados dos Concursos Literários

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Boa tarde   Hoje partilhamos duas fotografias de Lisboa por estes dias de final de ano e Natal e um poema recebido no contexto do Concurso Literário África 2025.   Os resultados do Concurso Literário África 2025 e do Concurso Literário Natureza 2025 vão ser divulgados durante os dias 28 a 30 de Dezembro. As leituras têm sido gratificantes e inspiradoras.   Poema sem nome a África , por Igor C.   Àfrica minha terra amada aonde me viu a nascer e crescer África havemos de voltar aonde o teu encanto deixa a minha alma apaixonada por ti ohhh minha doce África de onde a nossa poeira do musseque trás brilho nos nossos olhares eterna e amada África onde a pele negra identifica a tuas raízes e origens Africana oooooh África   Até breve.

Elevador da Glória e poesia

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Boa noite.   Não é possível ignorar a tragédia do Elevador da Glória, em Lisboa, esta 4ª feira, dia 3 de Setembro de 2025, pouco após as 18 horas. Na verdade, é difícil encontrar palavras para descrever o que se sente, quando quem tenta essa descrição percorreu por diversas vezes a Calçada da Glória, a pé, em ambos os sentidos e também no próprio elevador, igualmente em ambos os sentidos. Este é o caso do autor deste blog. Aliás, ainda no passado mês de Maio houve a oportunidade de descer no elevador, exatamente no que agora está totalmente destruído. Por acaso também foram trocadas algumas breves palavras com o guarda-freios que foi a primeira vítima identificada neste acidente. Sem qualquer dúvida, ficou uma memória de interagir com alguém simpático e disponível. Não há dúvida que Lisboa está mais pobre. Em primeiro lugar, perde-se a possibilidade de ver a cidade de uma forma única; respirando paz e apreciando uma paisagem única. Fica aqui o convite para ver as duas primeiras imagens...

Bolo simples com maçã e poesia

Boa tarde.   Hoje, publicamos uma sugestão de bolo de maçã. Este bolo, como qualquer outro, pode ser mais amigo do ambiente se, por exemplo, utilizar ingredientes da época, como é o caso da maçã. Imagine que vive numa região em que as maçãs não estão maduras, então terá de as comprar a um fornecedor mais distante o que implica transporte e emissão de CO 2 . Assim, se explica a importância de tentar utilizar fruta da época nos bolos. Para acompanhar o bolo recomendamos bebidas como água ou sumos naturais por hidratarem melhor, algo importante quando surgem ondas de calor como atualmente é o caso em Portugal.   Bolo simples com maçã   Ingredientes 4 Ovos 1 chávena de chá de açúcar (ou a gosto) 2 chávenas de chá de farinha 8 colheres de sopa de água 1 colher e meia de chá de fermento 1 ou 2 maçãs (a gosto consoante o tamanho) Raspa de limão (a gosto)   Como fazer Primeiro: Batem-se as gemas com o açúcar e juntam-se as colheres de água Segundo: Juntam-se as claras batidas em castelo, a far...

Fogos na Califórnia e tempestades em Moçambique

Hoje aqui fica parte de um poema de Osmarina Ferreira, o qual faz parte da Antologia Natureza 2018-2019.    Grande Obra por Osmarina Ferreira   Vislumbro a grande obra no baluarte da terra o verde a se espalhar cobre plena e robusta a serra   e debaixo daquela serra posso daqui contemplar a água correndo mansinho procurando aquele mar [...]   Aqui mais informação sobre os incêndios na California, em pleno inverno: https://www.publico.pt/2025/01/11/azul/perguntaserespostas/california-arder-tanto-pleno-inverno-2118277   Aqui mais informação sobre as tempestades em Moçambique: https://observador.pt/2025/01/10/mocambique-acompanha-segundo-ciclone-em-menos-de-um-mes/   Até breve.

Luto nacional em Portugal

Este é um poema da Bia, o qual faz parte do seu livro “Alentejo Doce Canto”, em cuja capa podemos apreciar uma pintura em acrílico do seu esposo. Nessa imagem surge uma paisagem do Alentejo, uma planície, e uma ceifeira, a própria Bia. Este poema apela à coragem e sem dúvida é adequado para uma homenagem a todas as vítimas dos incêndios. Hoje dia de luto nacional.   Aqui fica o poema “ Coragem ” por Bia   Coragem de quê Com tanta promessa Que coragem essa E que ninguém vê   Coragem quem tem Ao mundo para dar Coragem de amar Que é minha também   O que ao mundo falta É coragem e amor Onde há tanta dor Que aos olhos nos salta   Coragem de dar A mão ao amigo Ouve o que te digo E vamos falar   Mas tenho pressa muita pressa Tenho mais que fazer Ou não terei coragem Para te atender?   Eu queria ter coragem Para te amar meu amigo Para te ouvir E sorrir contigo   E só sem coragem No mundo a sofrer À espera de um dia Ter coragem de ter   Até breve.

Jogos Olímpicos e um poema

Hoje terminaram os Jogos Olímpicos de 2024, em Paris. Foi muito bonito assistir a inúmeras provas de desporto a apelar à superação humana. Aqui fica o perfil do Comité Olímpico de Portugal no Instagram em #comiteolimpicoportugal   Publica-se também um poema do Concurso Natureza 2018/2019, por Vitor da Costa, poeta do Brasil.   ALÉM DA TERRA Somos tão diminutos Seres microscópicos em um recipiente transparente Ciosos de nossa sabedoria convincente Mas, acima de nós, há um silêncio angustiante E indiferente Não sinto o chão de pedras Meus olhos fitam o céu e além O véu anil, as formas brancas Que moldam a imensidão que me convém Tenho acrofobia Todavia, voar era o que eu queria E explorar o teto infindável Onde os olhos sangrariam de prazer E temeriam o desconhecido Muito além das nossas utopias Nos atalhos esparsos, na superfície dos cometas Além, muito além dos solitários planetas E das definições do tempo O espaço morto que encobre a vida Tão vasto, tão casto Imaculado, absoluto Guard...

"Uma Cozinha de SONHO" e Luís Vaz de Camões

Hoje no Dia de Portugal, apresentam-se detalhes sobre o livro "Uma Cozinha de SONHO" e ainda um poema de Luís de Camões.   Isto sem esquecer de recordar o Concurso Literário a decorrer.   O livro "Uma Cozinha de SONHO" é um livro de culinária que pretende criar uma cozinha saudável e acessível para todas as pessoas, mesmo que vivam as  limitações criadas por problemas de saúde.   Entre os seus elementos fundamentais, podemos encontrar: (i) o valor de calorias por porção de cada receita; (ii) um conjunto de sugestões para acrescentar segurança ao ato de cozinhar; (iii) um capítulo com receitas vegetarianas; (iv) ilustrações e uma crítica de arte; (v) a história do livro, no posfácio; (vi) a solidariedade.   Para obter um exemplar, pode ser contactado blogsnat@gmail.com.   "A Vós Seu Resplendor Deu Sol e Lua" , in "Sonetos"   Pelos raros extremos que mostrou Em sábia Palas, Vénus em formosa, Diana em casta, Juno em animosa, África, Europa e Ásia as...