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A mostrar mensagens de fevereiro, 2026

Um poema de amizade e carinho

 Boa noite, Hoje um poema muito sensível ao tema do carinho. As mamães do Pet Tuff, por Daiana Suzart Tarde quente, e que tarde! Passeios no laguinho, no parquinho, no centro da cidade. Eram tantas gargalhadas que nem vimos a hora passar. Ele amou, ele ama passear! Não importam os dias, o clima e nem o lugar, Ele só quer sair, saí para passear. Olha pra mamãe com cara de pressa, e ela não reage. Já olha pra outra que logo se apressa e faz sua vontade. Uma sempre mais calma e a outra bem agitada, No fim ele ama as mamães, mesmo diferentes Não ficam separadas. E ele ama! É lindo de ver no olhar. Passa aqui Tuff, é o que todos ouvem, Quando ele se solta da coleira. Ele ama desbravar o mundo, E ainda mais as brincadeiras. Ninho, é a outra mamãe que chama Pra ver se ele obedece. Mas a natureza o convida e em meio a cambalhotas, Aquilo ainda mais lhe apetece. Não era pra ser meu, seu, e nem nosso, Mas ele nos escolheu, Ele nos escolhe todos os dias, E isso é o amor da Mãe de Pet. Não pre...

Alguns vencedores do Concurso Literário Natureza 2025

 Boa noite. Aqui alguns dos autores vencedores do Concurso Literário Natureza 2025: PRENÚNCIO, por Francisco Guilherme Por entre a bruma da manhã, por João Araújo O Sussurro da Paineira, por Bruno Reallyme O Lamento da Terra, por Rachel Carvalho Chamado Selvagem, por Ítalo Dourado A peste, por Caio Araujo OS FILHOS DA AURORA, por JV PS Somos Natureza, por Daiane Mendes Des (esperança), por Thaís da Silva Aposta de mãe, por José Vargas Hoje fica o poema: Des (esperança) , por Thaís da Silva Oh, que vazio oco Um silêncio lânguido Prevejo quem seja, é um sentimento acanaveado Que de tempos em tempos sucede, tentando invadir O interior de meu templo, de minh’ alma. Por sorte, me resta uma dose de esperança. Por sorte, há um pouco de arte e cultura pela vizinhança Algo que certamente, germina em meu peito confiança E me faz sobreviver nesta ríspida realidade que deslancha, E me devora paulatinamente dia pós dia. No entanto, eis-me aqui a pelejar, por um destino Interes...

O teste do algodão e um poema

Boa tarde,  As recentes tempestades afetaram bastante Portugal continental. Para várias pessoas tratou-se de mais um evento novo com justificação nas alterações climáticas. Todavia, ao longo destas semanas também tem sido possível ouvir algumas opiniões que consideram que este foi um fenómeno sem nenhum carácter de novidade.  Eventualmente, o verdadeiro teste do algodão será o próximo verão, porque se surgir um novo evento climático extremo, a tese de alterações climáticas ganhará credibilidade mesmo aos olhos dos mais cépticos. Afinal, se períodos prolongados de chuvas intensas ou calor intenso, se tornarem comuns todos os anos, então não existirá qualquer dúvida relativamente a uma alteração climática. Um breve olhar pelo mundo permite verificar que situações de cheias e tempestades surgiram também noutros locais, por exemplo, no Brasil em Taubaté. Aqui mais informação: https://sampi.net.br/ovale/noticias/2960450/vale-do-paraiba/2026/02/apos-temporal-taubate-tem-32-desabriga...

III - 3a Parte - Tríptico poético em clave de Sol

  À mudança do mundo, tudo dou, sem escolha, que eu, para ele, de tão pouco, nada sou. Às vezes resta-me uma estrela Alpha Centauri, sem nexo, de brilho cristalino, gélido, e eu me deixo ir preplexo. Só que, no Universo, tudo o que é próximo, é também um irradiar distante... Pelo que, para ir além no horizonte, fecham-se os olhos, e a imaginação necessita-se então aos molhos...   Para o novo Sol Centauri, nem a rápida arte de viajar, que permita ver outros prados verdejantes, nem novas estrelas à noite refletidas em novo mar. Temos só a poesia perfumada, nostágica do Antes. Nota: a estrela Alpha Centauri é a estrela mais próxima da terra, encontrando-se a 4 anos luz. A velocidade da luz é cerca de 280 mil quilómetros por segundo.

Tríptico poético em clave de Sol

 I Primeira parte   Um dia irás além. Verás de novo o horizonte como ao presente, após esqueceres o efémero e mudo passado.   II  Segunda parte Alguém disse, e escreveu, que na vida só se é feliz quando se ama alguém. E eu acredito, porque só então as íris se dilatam com a cromaticidade da incadescência musical. E ninguém leva a mal. E quando me levanto pela manhã, já a a eternidade do sol irradia o seu calor de átomos saltitantes. Dantes tudo era ausência, então tudo é demência. Mas, não há esquecimento nem se sente o vento, só o tormento que permite dormir ao relento. E a morte nada pode, porque a vida, passada em revista é uma sucessão de bebidas, aperitivos, queijos e beijos, diante da nossa vista. [para breve a 3a parte] Até breve.